11 de outubro de 2012

Vai melhorar, ou não


Refletindo sobre a passagem do livro de Tiago 2:14, lembrei-me de um fato que aconteceu na minha cidade. Ha aproximadamente um mês, li a notícia que a cidade foi ungida por pastores enquanto sobrevoavam de helicóptero. Ate onde sei, a minha cidade já tinha sido ungida uma única vez por via aérea. Analisei o que aconteceu depois desses banhos de óleo. 

Azeite


Minha cidade foi eleita a mais violenta de Minas Gerais, temos um transito caótico e até uma superbactéria foi encontrada em nosso principal hospital. A prefeitura não pode reclamar de falta de verba, sabendo se que temos a segunda maior arrecadação do nosso estado. Nossa ainda bem que a cidade foi ungida imagina se não tivesse sido. Rs.

Com esses fatos, concluo que aspergir derivados da azeitona sobre a cidade, só ajuda a temperar o transeunte lá embaixo. O que fazer então para mudar a situação da cidade? Agir.

Até quando vamos ficar presos entre quatro paredes escutando músicas em que Jesus rima com cruz? Do que adianta orar e não agir? Para que serve orar por prosperidade e saúde se não for para servir? Onde encaixamos em nossa vida o amar o próximo como a si mesmo?

Como agentes do reino, devemos tomar a posição e cobrar os governantes e autoridades por uma administração, mas justa e coerente para o povo. Devemos, pois, exercer o nosso papel de cidadão e cobrar os políticos condições melhores de vida. Mas não podemos esquecer que cobrar não é rebeldia, ou seja, você não estará pecando. Sendo que, muitos pensam que argumentar sobre decisões de autoridades é o mesmo que questionar a posição de autoridade.

Orar e jejuar são fundamentais para a vida cristã, porem, sem qualquer atitude, nos não conseguiremos a mudança desejada. 

Enfim, sair da situação de conforto é necessário, para encontrarmos a qualidade de vida ideal para toda e qualquer pessoa.

Ramon Gomes

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