28 de agosto de 2008

Li e recomendo - Livros - Um estranho à mesa do jantar

David Gregory



Sinopse oficial:
“Pode aceitar o convite. Ele já pagou a conta.

Se tivesse a oportunidade de jantar com Jesus, sobre o que você falaria? Perguntaria o motivo de tanta maldade no mundo? Entraria em assuntos pessoais para encontrar explicações para suas angústias e dores? Ou as duas coisas? Este mesmo dilema enfrenta Nick Cominsky, um homem de negócios à beira do ceticismo, ao aceitar um convite para jantar com ninguém menos que... Jesus de Nazaré. No início, ele desconfia que está sendo vítima de alguma pegadinha dos colegas de trabalho, mas o homem sentado a sua frente parece estar falando sério quando se apresenta: “Sou Jesus. Minha família me chama Yeshua”.

Nick aceita a sugestão de seu anfitrião, deixa de lado a falta de fé e passa a agir como se estivesse mesmo na companhia do Filho de Deus. Melhor para ele. A partir daí, tem início uma conversa fascinante que aborda questões como relacionamentos familiares, religiões do mundo e vida depois da morte, entre outras. Durante o diálogo, Nick se vê diante de seus anseios e suas incertezas espirituais, e percebe que aquele homem do outro lado da mesa possui as respostas para suas perguntas mais inquietantes.

Original e cativante, Um estranho à mesa do jantar trata, no campo da ficção, dos questionamentos humanos reais a respeito de Deus, sua natureza, suas manifestações e seus desígnios. Com sua prosa envolvente, David Gregory , um dos escritores cristãos mais elogiados da nova geração, convida o leitor a sentar-se ao lado dos personagens e testemunhar um diálogo incomum sobre os fundamentos da fé e o próprio sentido da vida.

Comentário do Cabeça de Crente:

Esse é um daqueles livros que não se consegue parar de ler.
O autor (David Gregory), com uma linguagem extremamente simples e cativante, nos leva a um diálogo que certamente gostaríamos de ter com Jesus. Essa obra discorre sobre uma inteligente conversa direta entre o personagem (Nick Cominsky) e Jesus.
O que me surpreendeu, no entanto, foi a ausência de inúmeras referencias Bíblicas (o que é comum em publicações cristãs). O que deixa a leitura muito dinâmica, pois não ficamos a todo momento buscando referências bíblicas das falas do autor, visto que toda argumentação apresentada por “Jesus” é baseada nos conhecimentos de seu interlocutor. E o mais surpreendente é que essa falta de referências não torna o texto menos confiável, biblicamente falando.

No meio da leitura fiquei imaginando como seria receber o convite para um jantar deste, e o quão incrível seria bater um papo direto com Jesus. Mas fim do livro percebi que todos já recebemos este convite em Apocalipse 3:20 (que, aliás, é a única citação direta à Bíblia que aparece em todo o livro), e que podemos ter essa conversa todos os dias em nossas orações.


“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.”


É praticamente impossível não se identificar com Nick Cominsky em alguns momentos.

Martins

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2 comentários:

  1. Com certeza este é um excelente livro!!!

    Um abraço fraternal!

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  2. Estou visitando seu blog pela primeira vez. Gostei muito. Parabéns pelas postagens.

    Graça e Paz,

    Juber

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